quarta-feira, 9 de abril de 2014

Um gosto assim, amargo.

Quão amarga é a saudade para os que desejam o reencontro.
Quão amarga é a dor para os que nela se encontram.
Quão amarga a desumanidade da "humanidade".
Quão amargo o desamor.
Quão amarga a decepção e a estrada a percorrer.
Quão amargo o cheiro fétido das vielas dos habitantes esquecidos.
Quão amargo o expressionismo dos poetas.
Quão amarga a vida em seus possíveis jeitos de escancarar a realidade.

- Ah mas quanta deselegância essa baboseira sobre amargura.
- Ai que você se engana caro amigo.



Amargura, faz-se cura. Amar cura!



Nataly S.

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